Quando o esporte une inspiração, diversidade e transformação
A história da atleta Sabrina Custódia mostra como o investimento social e o esporte podem gerar impacto real e inclusão.
Existem vitórias que vão muito além do pódio. Elas nascem em silenciosos recomeços, nas manhãs em que a vontade de tentar outra vez vence o medo, nas pedaladas que desafiam o limite do corpo e da mente.
É desse tipo de vitória que é feita a trajetória de Sabrina Custódia, atleta brasileira de paraciclismo classe C2, que transformou dor em força e encontrou no esporte um novo sentido para a vida.
Em 2025, ela conquistou ouro e recorde mundial na prova de 1 km contrarrelógio no Mundial de Paraciclismo de Pista, no Rio de Janeiro. Mas, mais do que uma marca na história, esse feito é um símbolo do que o investimento social e o apoio à inclusão podem gerar: oportunidades que mudam destinos.
A história de Sabrina é um lembrete de que, quando acreditamos em pessoas, o resultado vai muito além das medalhas.
Da frustração à virada de chave
Antes do ciclismo, Sabrina passou quase dez anos no atletismo, mas os resultados não apareciam. O sonho de disputar um Mundial ou uma Paralimpíada parecia cada vez mais distante.
“Depois da pandemia, eu já estava cansada de tentar e não conseguir melhorar. Eu até cheguei a experimentar outras modalidades, mas nunca o ciclismo, mesmo tendo uma bicicleta parada em casa”, conta.
Tudo mudou quando ela conheceu o atleta Adriano Matunaga, do Instituto Athlon, hoje seu marido, que a incentivou a pedalar. “Aos poucos, fui ganhando confiança e percebi que podia evoluir ali. Decidi deixar o atletismo e focar no ciclismo, porque queria recuperar minha motivação e voltar a acreditar nos meus sonhos.”
Esse recomeço foi o primeiro passo de uma trajetória marcada por resiliência, comprometimento e propósito.
O dia em que fez história
No Mundial de 2025, Sabrina enfrentou adversárias fortes e uma disputa emocionante. “Minha principal concorrente, da Suíça, competiu antes de mim e já tinha batido o recorde. Quando vi o tempo dela, pensei que talvez eu não conseguisse alcançar.”
Mas a história foi diferente. Sabrina colocou “tudo o que tinha” na pista. Quando cruzou a linha de chegada e viu o tempo no placar, não acreditou: 1min20s020, um novo recorde mundial.
“Eu chorei muito. Corri para abraçar meu marido, porque ele viveu tudo isso comigo. No dia seguinte, quando começaram as matérias dizendo que eu era a primeira pessoa a bater um recorde mundial de ciclismo aqui no Brasil, aí sim eu entendi o tamanho do que tinha acontecido.”
Mais que um resultado esportivo, foi um marco para o paraciclismo brasileiro, e um símbolo de como o investimento social no esporte pode impulsionar sonhos e transformar realidades.
O poder do apoio e da confiança
Por trás de cada medalha, há uma rede de apoio que sustenta o atleta. E Sabrina faz questão de reforçar o papel das empresas que acreditam no esporte.
“O ciclismo é um esporte caro. Equipamentos, manutenção, alimentação… sem apoio, muitas vezes a gente não consegue manter o ritmo de treinos. Quando uma empresa acredita no atleta, ela não só ajuda financeiramente, mas permite que a gente se concentre no que importa: treinar, evoluir e alcançar resultados.”
Segundo ela, o patrocínio traz tranquilidade, foco e motivação. “Saber que alguém confia no nosso trabalho fortalece muito.”
É por isso que a DM acredita que investir no esporte é investir em pessoas. Apoiar atletas é promover inclusão, diversidade e transformação social, valores que estão no centro da nossa cultura.
Coragem, quedas e recomeços
A trajetória de Sabrina também teve momentos difíceis. No ano passado, uma queda em um campeonato brasileiro resultou em fratura no braço e interrompeu os treinos pouco antes do Mundial.
Mesmo sem estar 100%, ela foi à competição e conquistou a medalha de prata. Depois, enfrentou cirurgia, recuperação e o desafio de voltar à performance.
“Foi muito difícil lidar com tudo isso emocionalmente. Eu sabia que poderia ter ido mais longe. Mas escolhi continuar, ter paciência e recomeçar. Este ano, conquistei tudo o que não deu certo antes. Agora sigo focada em Los Angeles 2028.”
A coragem de Sabrina representa o que o esporte ensina todos os dias: que cada queda é só o início de uma nova arrancada.
Metas e inspiração para o futuro
Depois do recorde mundial, Sabrina já pensa nos próximos passos.
“Minha meta agora é o Mundial na Holanda, no ano que vem. Quero baixar ainda mais meu tempo. O sonho maior é chegar forte em Los Angeles 2028 e conquistar uma medalha paralímpica.”
Fora das pistas, ela valoriza o equilíbrio e a gratidão. “Mesmo com tudo o que passei, posso fazer o que amo. Estar em contato com a natureza, remar, estar com a família… é ali que recarrego as energias.”
Sua história mostra que o esporte é mais do que competição: é pertencimento, propósito e transformação.
Mais que patrocínio, propósito
O apoio da DM ao esporte vai muito além das medalhas. É parte do nosso compromisso com a responsabilidade social e com a criação de oportunidades reais de inclusão e desenvolvimento humano.
A cada pedalada, Sabrina mostra o resultado desse investimento: inspirar, transformar e abrir caminho para novas conquistas.
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