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NRF 2026: A Transformação Do Varejo Pela IA

NRF 2026: a transformação do varejo pela IA

Confira os insights mais relevantes do maior evento do setor no mundo.

A NRF 2026 não foi apenas sobre varejo. Foi sobre futuro. Entre os dias 11 e 13 de janeiro, Nova York se tornou o centro das decisões que vão redefinir o mercado global, e a DM esteve lá pra acompanhar tudo de perto, representada pelo Bruno Gomide Reis, Gerente de Marketing, e pelo Victor Hugo Soares, Gerente Comercial Nacional.

Inteligência Artificial foi o tema que dominou as conversas no evento. Mais do que tendência, ela se consolidou como o novo alicerce das estratégias, transformando a forma como escolhemos, compramos e pensamos negócios.

Quer descobrir as inovações que vão acelerar essa transformação? Vem com a gente!

Protocolo Universal de Comércio

John Furner, Presidente e CEO da Wallmart U.S e Sunder Pichai, CEO do Google, trouxeram uma grande novidade para o futuro das compras: o Protocolo Universal de Comércio (UCP), um padrão aberto que integra os sistemas de varejo com plataformas de IA, permitindo que clientes comprem via conversas com agentes, enquanto o varejo mantém o controle da venda e aumenta conversão.

Ao invés do cliente passar por várias etapas (pesquisar, clicar, entrar no site, criar conta, finalizar), agora ele pode simplesmente conversar com a IA, dizer o que quer e concluir a compra ali mesmo, sem sair da experiência.

Na prática, o que muda:

  • Menos fricção até a compra  
  • Checkout rápido e integrado à conversa  
  • Varejista continua dono da relação: controla preço, estoque, ofertas e fidelidade
  • Não é marketplace: é você vendendo direto  

Confiança é o próximo desafio

“O grande desafio será fazer o consumidor acreditar na recomendação de um produto feita por IA, da mesma maneira que ele acredita em outra dica qualquer.”, destacou Mike Edmonds, do PayPal, durante o painel “A ascensão do comércio com agentes: o que a IA significa para o futuro das compras.”

Veja o que mais ele apontou sobre o tema:

  • A IA já é aceita para tarefas do dia a dia, mas a confiança para recomendar produtos ainda precisa ser conquistada.
  • Comprar continua sendo uma experiência humana, não há cenários onde isso seja 100% substituído por agentes.
  • Agentes virtuais podem evoluir para dizer “isso não é bom para você”, atuando como conselheiros e influenciando escolhas.

Construção de marcas

Ryan Reynolds marcou presença no segundo dia de evento, mas não como ator: ele foi como empreendedor e construtor de marcas, sendo a mente por trás de cases como Aviation Gin, Mint Mobile, Wrexham AFC e campanhas icônicas. A conversa foi sobre como negócios constroem vínculo real com pessoas, e rendeu algumas provocações:

  • Publicidade funciona quando parece conversa, não anúncio.
  • Autenticidade é construída em pequenos gestos, não em slogans.
  • Arriscar faz parte. Jogar sempre no seguro custa relevância.
  • Emoção cria memória. Memória cria marca.

Mudanças nas lojas físicas

Kevin Kelley, Sócio e Fundador da Shook Kelley, e Shannon DeVito, Diretora Sênior de Livros da Barnes & Noble, abordaram como as redes estão crescendo ao transformar lojas em ponto de encontro.

  • Loja deixou de ser só canal de venda → agora é espaço de permanência.
  • Layouts padronizados deram lugar à curadoria local e autonomia de time.
  • Vendedores não seguem só planograma → interpretam público e contexto.

Era do comércio assistido por agentes de IA

No último de de evento, o tema Agentic Commerce foi destaque em uma das palestras. Trata-se da fase em que agentes de IA atuam em nome dos consumidores para descobrir, avaliar e até mesmo comprar produtos.

A conversa entre líderes de empresas como Visa e The Vitamin Shoppe trouxe uma reflexão importante: é preciso uma base sólida para começarmos a delegar partes do processo para sistemas inteligentes. Sem dados organizados, catálogo consistente, regras claras de preço, estoque e pós-venda, não há resultado.

Confira alguns insights: 

  • Hoje, IA ajuda na descoberta e comparação, mas menos de 1% das transações são totalmente feitas por agentes.
  • O futuro não é “IA comprando tudo”, mas co-shopping: humanos delegando partes do processo.
  • Para marcas e varejistas, o jogo muda: agora é preciso desenhar para humanos e para máquinas.

Inove com a DM em 2026

O futuro do varejo já começou! Participar da NRF é só um exemplo de como a DM antecipa tendências e se esforça para levar as melhores tecnologias aos parceiros. Com soluções inovadoras e foco no que realmente importa, estamos prontos pra transformar desafios em oportunidades.

Seja um parceiro e impulsione seu negócio em 2026!

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